A SAD do Vitória de Guimarães, da I Liga portuguesa de futebol, espera amealhar 10 milhões de euros em janeiro de 2022, segundo um “plano estratégico” para aumentar receitas e reduzir custos, aprovado hoje em assembleia-geral de acionistas.

Esse documento, que “estabelece metas para a gestão da sociedade”, foi “aprovado pela ampla maioria da estrutura acionista representada” na sessão, refere a nota publicada hoje pelos vimaranenses no sítio oficial.

Segundo esse “plano estratégico”, ao qual a Lusa teve acesso, os vitorianos assumem que a estimativa de 10 milhões de euros a partir da “venda de ativos” no próximo mercado de transferências resulta da necessidade de “garantir tesouraria suficiente” para o que a sociedade faça “a gestão do dia a dia” em “condições financeiras adequadas e ‘performance’ desportiva positiva”.

O emblema de Guimarães pretende ainda reduzir a massa salarial, limitar a 100 o número máximo de jogadores com contrato e diminuir o passivo da SAD de 61 milhões de euros, valor apurado no fim da temporada 2020/21, para 38 milhões na conclusão da época em curso.

No relatório e contas referente a 2020/21, o Vitória de Guimarães apresentou um resultado líquido negativo de 8,2 milhões de euros, interrompendo um ciclo de seis anos com resultados positivos.

Na assembleia-geral de acionistas de hoje, a SAD vimaranense ratificou ainda a cooptação de Pedro Vinagreiro para o cargo de vogal do Conselho de Administração, em substituição de Fernando Marques, e elegeu a empresa BDO & Associados para o cargo de “fiscal único” da sociedade, desempenhado até agora pela sociedade Carlos Cunha & Associados.

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