O responsável de comunicação do Sporting, Miguel Braga, esteve no programa 'Raio-X', da Sporting TV, e deixou fortes críticas à Liga de Clubes pela forma como esta lidou com as dificuldades que o clube de Alvalade teve an viagem até à Madeira, nomeadamente no momento de aterrar no Funchal, antes da partida com o Nacional.

Rúben Amorim, treinador dos 'leões', já tinha acusado a diretora-executiva, Helena Pires, de ter exercido pressão sobre a comitiva leonina, e agora Miguel Braga reforçou as críticas, garantindo contudo que o clube está apostado em “seguir em frente” quanto ao sucedido, ainda que sublinhando a pressão exercida pelo organismo liderado por Pedro Proença para que o jogo se disputasse, dizendo mesmo acreditar que este já estaria arrependido.

"Ficou claro o que se passou. O Rúben [Amorim] tem muitas qualidades e uma delas é a forma como se expressa, não deixa dúvidas. Houve alguma falta de sensibilidade por parte da Liga, acredito que ao dia de hoje não voltariam a repetir essas palavras. Não foi o Sporting que decidiu não aterrar na Madeira ou se o avião podia ou não aterrar. Foi uma situação que não se devia ter passado, mas passou", afirmou.

Miguel Braga falou ainda do períoro de confinamento que se avizinha e disse acreditar que a competição não será interrompida. "Se há atividade em Portugal que está testada e trabalha diariamente para impedir que a pandemia cresça, ela é o futebol. Cada um daqueles jogadores ou elementos do staff já fez mais de 50 testes. Há esta preocupação, não somos imunes à pandemia", sublinhou.

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