Paulo Bento trocou Caicedo por Postiga na aposta para o onze, mas o avançado português tarda em afirmar-se como o parceiro ideal para Liedson.

Numa equipa renovada ainda com as entradas de André Marques e Pereirinha, o Sporting entrou hoje com a atitude exigida por Paulo Bento. Mais pressionante e incisiva, ainda que sem a inspiração necessária para ludibriar o guardião Peçanha.

Por várias vezes os adeptos gritaram golo: logo aos cinco minutos, Liedson teve uma boa ocasião, mas o remate saiu fraco e ao lado. E ainda muita gente se sentava nos seus lugares quando um livre de João Moutinho era desviado no coração da área. A sensação de golo foi inevitável, mas tudo não passou de uma ilusão.

Com mais empenho do que ideias, aos homens de Paulo Bento só falta juntar os golos a uma actuação superior às recentes exibições.

Por outro lado, o Marítimo apresenta uma organização defensiva consistente e venenosos contra-ataques, conduzidos por Djalma, Marcinho e Manu, a confirmar os avisos anteriormente deixados por Paulo Bento. Aliás, Djalma e Marcinho já colocaram Rui Patrício à prova, mas o guardião sportinguista correspondeu com segurança.

A equipa de Mitchell Van der Gaag conseguiu chegar ao intervalo empatada, deixando adeptos e jogadores do Sporting à espera da sua reconciliação na segunda parte.

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