O futebolista chileno Arturo Vidal aceitou entregar a carta de condução por um período de dois anos e evitou ser julgado por conduzir embriagado e ter estado envolvido num acidente de automóvel durante a Copa América.

De acordo com fontes judiciais citadas pela agência EFE, o jogador, que foi ouvido hoje em tribunal, aceitou o arquivamento do processo em troca da apreensão da carta por um período de dois anos.

Além da acusação de conduzir sob o efeito de álcool, o tribunal considerou que Arturo Vidal desrespeitou a autoridade, devido aos insultos proferidos contra os polícias que se deslocaram ao local do acidente.

Vidal comprometeu-se a indemnizar o condutor do outro veículo envolvido no acidente e a doar material desportivo a uma escola em Buin, a localidade onde ocorreu o acidente.

Além disso, Arturo Vidal comprometeu-se a doar uma camisola autografada da seleção chilena, que venceu a Copa América, aos bombeiros de Buin, para que a mesma possa ser sorteada numa ação de angariação de fundos.

O juiz pediu ao jogador da Juventus que apresentasse um pedido de desculpas aos polícias aos quais chamou “vendidos” logo após o acidente.

A 16 de junho, Vidal, que viajava acompanhado pela mulher, sofreu um aparatoso acidente quando regressava a Santiago do Chile, depois de um dia de descanso.

O jogador, que conduzia sob o efeito de álcool, acabou por passar a noite numa esquadra, voltando depois à concentração da seleção chilena, após um pedido de desculpas ao selecionador Jorge Sampaoli.

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