O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, garantiu esta quarta-feira ter «as mãos limpas», na sequência das acusações de Rui Rangel, que disse que «o Benfica está cada vez mais pobre e os seus dirigentes cada vez mais ricos».

«Sou o primeiro a chegar e o último a sair. Nos últimos 11 anos não tive nunca 60 dias de férias. Só assim foi possível», frisou o dirigente encarnado em entrevista à SIC, referindo que «já ninguém o [Rui Rangel] leva a sério».

Vieira aproveitou ainda para esclarecer o passivo, que Rui Rangel diz ser de 600 milhões de euros, sublinhando que vê «a floresta e não a árvore», e que o quem entra no clube não pode ser apenas para pagar o passivo. Além disso, «80 milhões de euros vêm de um passado para lá de Vilarinho».

«Não sabe [Rui Rangel] o que diz. Ele diz que o passivo do Benfica é de 500 ou 600 milhões de euros. O passivo financeiro é de 237 milhões de euros», disse. «A SIC, a Edp, a PT também têm passivo. O Benfica não está em liquidação. O Benfica reporta mensalmente. Nenhum benfiquista tem de se preocupar», acrescentou.

Quanto aos jogadores contratados, Luís Filipe Vieira fala em «79 jogadores, 22 dos quais da formação» e admitiu que houve contratações que não correram da melhor forma, caso de Balboa. «Foi má gestão», assumiu, mas contrapôs com os casos de sucesso de «Fábio Coentrão, Di Maria, Javi Garcia e Witsel».

José Eduardo Moniz, que há três anos estava no lado oposto, faz agora parte da lista de Vieira. Sobre esse reforço, afirma, «vem somar e não dividir. E na área que domina é um valor acrescentado», referindo-se à questão da Benfica TV e da gestão dos direitos desportivos.

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