O médio brasileiro do Sporting esteve esta quarta-feira à conversa com alunos do Agrupamento de Escolas Dr. Azevedo Neves, na Amadora, e falou de vários assuntos relacionados com o emblema de Alvalade.

Questionado sobre como é a vida no futebol, Wendel frisou as dificuldades inerentes à exigência constante.

"Quem está de fora diz que é fácil jogar futebol. Mas quem batalha tira de letra", começou por dizer Wendel para responder depois a uma pergunta dos alunos sobre qual a diferença entre treinador e professor.

"O professor explica matemática, o treinador ensina a tática", atirou Wendel.

Sobre a relação com as claques, Wendel assumiu que fica sempre motivado com a música que passa no Estádio de Alvalade: "No Sporting tem uma música no começo, quando o juiz apita, dá-nos força e deixa-me muito feliz."

Em relação à sua adaptação ao futebol português, Wendel assumiu que teve um ano de estreia complicado no Sporting, mas que agora está em 'paz'.

"Vim só com o meu empresário e passei um primeiro ano muito ruim. Agora está tudo na paz", frisou Wendel.

Uma das perguntas dos alunos a Wendel foi se o jogador brasileiro tinha super-heróis, ao que o médio leonino respondeu: "Ronaldinho, Pogba e Messi"

"Tive diversas propostas para sair do Fluminenses, não deram certo infelizmente e quando surgiu o Sporting fui pesquisar. Treinei numa terça e viajei nessa noite", respondeu Wendel quando soube que ia para o Sporting.

Questionado sobre o golo mais marcante que apontou ao serviço do Sporting, Wendel recordou o tento marcado ao Estoril-Praia.

"O primeiro, contra o Estoril. Estava tentando e quando marquei não sabia se queria correr, abraçar o Bas Dost ou dar beijos."

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