O vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Amândio de Carvalho, disse hoje a futura liderança do organismo deverá ter um dirigente que se saiba rodear e evitou comentar nomes.

«Gostava de ver nesta casa uma pessoa que fosse um dirigente, é-me indiferente que seja ou não jogador de futebol. É uma casa muito grande, uma casa que ainda poderá ter desenvolvimento maior, um presidente é importante, mas as pessoas que o rodeiam também têm que o ser», disse.

Amândio de Carvalho escusou-se a comentar a possibilidade do ex-guarda-redes Vítor Baía vir a candidatar-se e reiterou que o mais importante é que «as pessoas que estiverem à frente têm que estar bem rodeadas».

O dirigente voltou a afirmar que não continuará na estrutura federativa e disse que as futuras eleições terão que ser condizentes com a legislação implementada, embora esta mereça rectificações no futuro.

«Alguns dos argumentos que imperaram para que a FIFA impusesse as suas normas estatutárias, algumas delas, no último congresso, já foram alteradas. Primeiro cumpre-se e depois reclama-se», acrescentou o vice-presidente.

A saída do futebolista Nuno Gomes do Benfica, que não renovou contrato com o jogador, também mereceu algumas palavras de Amândio de Carvalho, que desejou ao avançado as «maiores felicidades».

«Sempre foi um jogador de equipa, foi um jogador de balneário. É muito importante ter um jogador que consegue incentivar, como ele o fazia, incentivar os jogadores da selecção nacional, mas as decisões de clube pertencem aos clubes», referiu.

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