O director desportivo do Sporting, Costinha, afirmou hoje que a selecção nacional de futebol voltou ao caminho certo com a escolha de Paulo Bento para seleccionador, após a saída de Carlos Queiroz do comando técnico de Portugal.
“Em 2006, no Mundial da Alemanha, eu disse uma vez que se Scolari saísse da selecção, a selecção andava dez anos para trás. Com a chegada do Paulo [Bento], penso que o caminho vai ser retomado”, disse Costinha em Leiria, no final de uma visita ao Museu do Sporting, optando por não aprofundar a questão.
Relativamente à época dos “leões”, o dirigente reconheceu que “não está a correr da forma como esperávamos”, mas lembrou que “ainda há muito pela frente”.
Costinha promete que o Sporting “não vai mandar a toalha ao chão” e vai “continuar a lutar”. “Muitas vezes não se pode jogar bem e ganhar. É importante ganhar, porque no final ninguém se lembra das exibições, só dos títulos”, sustentou.
Recusando comentar a operação a que vai ser sujeito o jogador russo Izmailov ou as declarações do presidente da comissão de arbitragem, Vítor Pereira, sobre os “casos” do início do campeonato, Costinha também não quis abordar o castigo a Maniche, limitando-se a usar ironia: “Não se viu o que se passou [para Maniche ser castigado]? Estiveram desatentos”.
Em Leiria, depois da visita guiada de quase duas horas, acompanhado por Pedro Mendes e Maniche (Grimi também devia ter participado mas esteve ausente devido a exame médico), o director desportivo prometeu levar toda a equipa do Sporting ao museu.
O director desportivo dos “leões” garantiu que o plantel precisa de visitar o museu e “ver o que é a história do Sporting”, para que os jogadores “sintam que são uma parte importante da continuidade do amor” ao clube.

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