O estádio Dr. Machado de Matos, em Felgueiras, cujo terreno de jogo está a ser arrelvado após vários anos como pelado, vai reunir condições para voltar a receber jogos de seleções nacionais de futebol, disse à Lusa o vereador do Desporto.

Segundo Eduardo Teixeira, quando terminar o arrelvamento do campo, a edilidade vai manifestar à Federação Portuguesa de Futebol interesse no sentido de receber jogos oficiais de seleções.

O autarca adiantou que o arrelvamento do estádio, que é propriedade do município, vai estar concluído até ao final de outubro.

Segundo o vereador, arrancou esta semana a colocação do tapete de relva natural, um dos trabalhos incluídos na requalificação que está a ser realizada naquele complexo desportivo.

Antes da colocação de relva tinha sido completamente reformulado o sistema de drenagem do campo e demolidas as duas bancadas dos topos. As vedações do campo de jogos foram substituídas por um muro com cerca de um metro de altura.

As torres de iluminação, colocadas no estádio para permitir a transmissão televisiva dos jogos quando o FC de Felgueiras jogou na primeira divisão, foram agora reparadas, estando de novo operacionais. Os balneários também sofreram algumas obras.

«O estádio já não era usado há alguns anos e, por isso, estava degradado. Como estes trabalhos, voltará a reunir condições para receber jogos oficiais, incluindo de seleções jovens de futebol», explicou à Lusa o vereador.

As obras no estádio, agora quase concluídas, puseram fim a uma polémica no concelho, que começou no anterior mandato, em 2006, quando a então presidente da câmara, Fátima Felgueiras, contra a vontade de toda a oposição, decidiu retirar a relva do campo com o argumento de que era demasiado dispendiosa.

Desde então, o estádio municipal passou a funcionar com um campo em terra batida, tendo sido um dos temas centrais da campanha eleitoral para as autárquicas de 2009, com as forças da oposição a prometerem arrelvar o campo se ganhassem as eleições.

O arrelvamento do campo de jogos do Estádio Dr. Machado de Matos e o respetivo sistema de drenagem custaram cerca de 200 mil euros.

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