Carlos Lamas Pacheco, vice-presidente da FPF, confirmou à agência Lusa que o valor global liquidado através da Caixa Geral de Depósitos (CGD), com o aval do Estado, já foi "retirado e transformado numa outra aplicação".

Em Dezembro, a FPF ameaçou recorrer aos tribunais para ser ressarcida do valor global investido e o BPN propôs que os créditos da FPF fossem transformados em produtos financeiros da CGD, com liquidação até três anos.

Depois de aceitar a proposta, Carlos Lamas Pacheco referiu que a FPF recebeu 250 mil euros da aplicação a prazo e os juros no valor de 190 mil euros sobre os 2,5 milhões que tinham sido investidos em Julho de 2008.

O pagamento das aplicações aos depositantes do BPN foi realizado através de três bancos – CGD, BES e Millenium – que transformaram os créditos em produtos financeiros, com liquidação até três anos.

O BPN, que acumulou perdas superiores a 700 milhões de euros, foi nacionalizado em Novembro de 2008, com o Governo a justificar a operação com o risco que a falência do banco podia significar para o sistema financeiro.

Dois administradores da CGD ficaram encarregados de gerir e apresentar um plano de investimento. O montante mínimo pelo qual o Governo aceitará a venda do Banco Português de Negócios (BPN) foi fixado em 180 milhões de euros, de acordo com as declarações do secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Costa Pina, no final da reunião do Conselho de Ministros que aprovou as condições de venda do banco.

Costa Pina garantiu que a venda do BPN (limitada aos activos da banca de retalho) será feita por concurso público, e que o processo deverá estar concluído até ao final do ano.

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