"Se estivermos a mudar de treinadores todos os anos só porque não ganhamos continuamos a não ganhar e continuamos a mudar. E não se faz nada pelas grandes reformas necessárias no futebol português”, explicou José Augusto.

Em entrevista ao Sapo Desporto, o antigo jogador do Benfica e da Selecção Nacional desvendou as suas memórias do Portugal-Hungria de 1966. Um jogo de boa memória para Portugal, que nesse ano brilhava no Mundial disputado em Inglaterra, e para José Augusto, que decidiu a partida ao apontar dois golos.

Salientando as diferenças entre 1966 e 2009, o ex-treinador adianta que as dificuldades no apuramento da equipa portuguesa se devem à “falta de tempo” para a preparação dos jogadores numa fase de qualificação.

O antigo internacional defende ainda Ronaldo e a chamada de Liedson à Selecção Nacional. E sem se opor ao esquema táctica do losango recentemente adoptado por Queiroz, o antigo extremo limita-se a dizer que prefere o jogo explanado pelos flancos.

Para o ‘magriço’, não existe também qualquer hipótese de um acordo entre Dinamarca e Suécia para se ajudarem a chegar ao Mundial, relegando assim Portugal para o lote dos grandes ausentes no Campeonato do Mundo.

Veja os vídeos da entrevista do Sapo Desporto a José Augusto. 

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