O país que Portugal visita na terça-feira para o quarto jogo de qualificação para o Campeonato da Europa de futebol de 2012 pretednde oferecer protecção jurídica para as fontes e para as comunicações entre estas e os jornalistas.

A Iniciativa Islandesa de Meios Modernos (IMMI), nome da proposta, apelou ao governo para redigir uma legislação que proteja os meios de comunicação social de todo o Mundo, os jornalistas e os bloggers, tornando o país num paraíso da liberdade de expressão e informação.

A Islândia, que a organização não governamental Repórteres sem Fronteiras elegeu em 2008 como líder na liberdade de imprensa (Portugal foi décimo nesse ano), aprovou a iniciativa, por unanimidade, a 16 de Junho.

“A Islândia será o inverso de um paraíso fiscal, oferecendo aos jornalistas algumas das leis mais protectoras para a liberdade de expressão e informação. Os paraísos fiscais tornam o mundo opaco. Nós queremos transformar o mundo num local totalmente transparente”, disse Birgitta Jonsdottir, principal impulsionadora da proposta em sede parlamentar.

Esta iniciativa contou com o apoio de um dos fundadores da página WikiLeaks, que tem divulgado documentos secretos e tem sido processada com regularidade sem qualquer sanção ainda conhecida.

A ideia do governo islandês passa por oferecer um conjunto de servidores que permita a divulgação de toda e qualquer informação, disponibilizando aos jornalistas de países com maior dificuldade na liberdade de expressão um meio de partilha de informações. Sem sanção ou censura.

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