A derrota não espelha o que se passou em campo, visto que Portugal dominou o jogo, mas acabou por cometer erros fatais que estiveram na origem dos golos noruegueses, o último no derradeiro minuto, depois de várias tabelas dentro da área.

No lance do primeiro golo da Noruega, aos 35 minutos, o guarda-redes português Tiago Maia precipitou-se ao chutar contra um adversário, fazendo com que a bola entrasse na própria baliza.

A selecção nacional reagiu e tomou conta do jogo, mas só aos 68 minutos conseguiu chegar ao empate, pelo defesa central Nuno Reis, que já tinha sido o autor do golo no jogo com a Polónia, ao concluir de cabeça na área um lance estudado, com origem num pontapé de canto "à maneira curta".

Apesar de ter mantido a iniciativa e o controlo do jogo, Portugal acabaria por sofrer o segundo golo no minuto 90, por Andersen, num lance de manifesta felicidade para a equipa norueguesa.

Para o seleccionador português, Ilídio Vale, a "derrota foi injusta”: “Foi um daqueles jogos em que se costuma dizer que não foi o adversário que ganhou, mas nós que o perdemos”, disse, reconhecendo, porém, que a equipa se debateu com "contrariedades do ponto de vista físico e que determinaram o recurso a alguns jogadores menos rodados".

A última jornada disputa-se terça-feira e Portugal vai defrontar a Alemanha enquanto a Noruega, que venceu os dois primeiros jogos (frente a alemães e portugueses) mede forças com a Polónia.

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