“Quero que a Ordem dos Médicos se pronuncie sobre a conduta ética e deontológica dos médicos envolvidos neste processo”, disse o ex-seleccionador nacional de futebol à Agência Lusa, confirmando a entrada da queixa no organismo representativo daquela classe.

Além de Luís Horta, os médicos em causa são António Queimadela Baptista, José Madeira e João Marques, que integravam a brigada da ADoP que se deslocou à Covilhã.

Junto à queixa, os advogados de Carlos Queiroz anexaram os factos que constam da queixa crime que hoje deu entrada no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) por alegados “indícios de fraude processual” no processo de inquérito de que foi alvo na sequência dos acontecimentos de 16 de Maio, na Covilhã, no estágio da selecção nacional.

Sobre a queixa-crime que deu entrada no DIAP, o ex-seleccionador justificou-a, em declarações à Agência Lusa, com a “existência de indícios de factos graves” que o levaram, e aos seus advogados, “a tirar conclusões que são suportadas em pareceres de peritos especializados” e promete “aguardar tranquilamente pelo desfecho do processo e respectivas consequências”.

Queiroz afirma estar “confiante” no trabalho das autoridades criminais, “face à evidência de alguns elementos que constam do processo”, os quais farão com que o DIAP “não possa deixar de actuar e proceder aos devidos efeitos legais”.

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