Segundo o Diário de Notícias, a rescisão amigável não está nos objectivos de Carlos Queiroz para abandonar o cargo de seleccionador, mensagem que, garante o DN, já foi passada ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Gilberto Madaíl.

Os dois ainda não se encontraram para falar desta situação, já que Carlos Queiroz está de férias em Moçambique, mas é intenção de Gilberto Madaíl falar antes da reunião de sexta-feira.

Ainda segundo o DN, Carlos Queiroz sente-se injustiçado e alvo de um ataque pessoal, não querendo ceder perante uma situação que poderá chegar aos tribunais. Em caso de rescisão de contrato por parte da FPF, Queiroz terá de ser indemnizado em 3,5 milhões de euros. Com base no inquérito do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), que adianta que Carlos Queiroz insultou os médicos de antidopagem durante um controlo na Covilhã, a Federação poderá ter aqui a justa causa para o despedimento, sem precisar de indemnizar.

A reunião de sexta-feira visará este ponto, com a maioria dos elementos da direcção a defenderem o afastamento do actual seleccionador do cargo.
Silveira Ramos, presidente da Associação Nacional de Treinadores, em declarações à Renascença, acredita não haver motivos para o afastamento de Carlos Queiroz, mesmo “que se provem os factos”, “mesmo que tenham sido insultados”.

“Mal seria dos treinadores se de cada vez que falham, e não sei se o Queiroz falhou, fossem crucificados”, frisou.

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