O advogado da empresa, que assinou o contrato para fornecimento de equipamentos, afirmou à Agência Lusa que a FPF, depois de notificada da penhora, “pode ainda recorrer do montante”, fixado pelo tribunal em 4,9 milhões de euros.

“Há um montante a pagar pela federação à requerente, que é aquele que reclamámos”, disse Rómulo Ribeiro, explicando que, depois de notificada do processo executivo, a “federação pode apenas contestar o montante”.

O advogado referiu ainda que a Ricotexport, antigo fornecedor dos equipamentos da marca Olympic, “está aberta a um acordo com a exequente”.

A Ricoexport processou a FPF em 1997, depois de o organismo que gere o futebol português ter rescindido unilateralmente o contrato de fornecimento de equipamentos das selecções nacionais, que só deveria terminar em 1998.

O caso chegou ao Supremo Tribunal de Justiça, que confirmou a decisão da relação em condenar a FPF ao pagamento de uma indemnização, fixada em 4,9 milhões de euros.

Em 2009, a Ricoexport avançou com um processo de execução. Segundo o Jornal de Negócios, na semana passada, a agente de execução mandatada pelo tribunal terá notificado três patrocinadores da selecção da penhora de créditos até 4,9 milhões de euros.

No entanto, o jornal refere que os patrocinadores já responderam não ter quaisquer créditos para com a FPF, uma vez que a gestão de patrocínios foi concessionada à empresa Olivedesportos.

A FPF garante não ter sido notificada de qualquer decisão de execução de penhora.

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