José Mourinho, em entrevista à TVI, falou sobre o despedimento de Paulo Bento da seleção portuguesa referindo que foi uma situação “anormal” e que o surpreendeu.

“Fiquei surpreendido. Se no final do Mundial 2014, Paulo Bento tivesse saído ou o presidente da FPF, Fernando Gomes, tivesse decidido a sua saída seria algo nornal. Agora neste momento é algo estranho”, opinou.

O técnico lembrou ainda o episódio em que foi convidado pelo então presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, para ser selecionador.

“Naquela altura foi a Madrid Gilberto Madaíl e João Rodrigues falar comigo. E foram direitos ao coração Disseram-me que estavam com dificuldades e não encontravam ninguém com o perfil que pudesse aglutinar a seleção e as pessoas naquele momento. Falaram comigo, e eu aceitei. Isto por ser uma situação inesperada, porque era algo que não estava fácil. E foi uma reação emocional. Convenci-me mesmo que ia e depois, quando o presidente do Real Madrid, Florentino Pèrez, disse que era impossível isso acontecer, eu fiquei chateado. Mas depois de pensar bem acho que era uma situação incompatível”, revelou.

E se fosse agora?

“Agora nem vale a pena pensarmos sobre isso. O trabalho num clube destes (Chelsea) não é só treinar, vai muito para além do que isso. E depois é uma questão de respeito ético. Há tantos treinadores desempregados e com condições para o cargo, que não faria sentido”, frisou.

José Mourinho deixou ainda a sua opinião sobre o futuro selecionador revelando que não deveria ser estrangeiro.

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