Os responsáveis médicos da Serie A italiana de futebol disseram hoje que se opõem a um regresso das equipas aos treinos, num dia em que mais jogadores testaram positivo para a Covid-19.

“Os médicos da Serie A expressam grande preocupação quanto à proteção da saúde dos funcionários dos clubes, caso os treinos sejam retomados em breve”, defenderam os responsáveis em comunicado.

O corpo clínico defendeu de forma unânime a inexistência de atividade até que existam progressos quanto à crise sanitária que se vive, com Itália a ser o país da Europa, continente que passou a ser o epicentro da pandemia, com mais casos de Covid-19.

O novo coronavírus responsável pela pandemia de Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 5.500 mortos em todo o mundo.

O número de infetados ultrapassou as 143 mil pessoas, com casos registados em mais de 135 países e territórios, incluindo Portugal, que tem 169 casos confirmados.

Em Itália, o segundo país do mundo mais afetado, a seguir à China, são 21.157 os casos identificados e já se registaram 1.441 mortes.

Hoje, a Fiorentina anunciou mais dois casos positivos em futebolistas - Patrick Cutrone e o argentino German Pezzella -, e Fabio Depaoli, da Sampdoria, também revelou estar infetado, com os três a elevaram para dez os casos de jogadores da Serie A.

Estes jogadores juntam-se aos já anunciados casos dos futebolistas Dusan Vlahovic, Daniele Rugani, Omar Colley, Albin Ekdal, Antonino la Gumina, Manolo Gabbiadini e Morten Thorsby.

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