Fruto dessa motivação e da apatia revelada pelos madeirenses ao longo da primeira parte, a equipa de Padrão da Légua adiantou-se no marcador, aos 32 minutos: Mariano cruzou para a área, onde surgiu Ramalho a cabecear. A bola sobrou para Bruno que rematou para a baliza deserta.

O Nacional teve uma ténue reacção, mas sem nunca criar perigo e, aos 41 minutos, num livre, o Padroense poderia ter ampliado o marcador, quando Daniel rematou forte e colocado, obrigando Bracali a uma defesa apertada.

Na segunda parte, a equipa madeirense surgiu decidida, imprimindo um ritmo mais forte ao jogo e obrigando o adversário a maiores cuidados defensivos.

Em apenas cinco minutos, o Nacional deu a volta ao marcador. Primeiro por Mateus, aos 63 minutos, num lance rápido de contra-ataque, com o angolano a isolar-se e a bater Marco sem problemas.

Aos 68 minutos, Felipe Lopes foi derrubado na área e o árbitro assinalou uma grande penalidade que Orlando Sá converteu sem dificuldades.

Sem nunca perder o norte e mantendo a mesma motivação, mas já sem a mesma frescura física, o Padroense voltou a igualar a partida, aproveitando um lance de inspiração de Silva, que Marcão aproveitou para bater Bracali pela segunda vez.

Nos últimos minutos, o Nacional lançou-se no ataque e, uma vez mais de bola parada, aos 88 minutos, a equipa de Predrag Jokanovic criou perigo: livre cobrado por Nuno Pinto e Felipe Lopes eleva-se e cabeceia, apontando o 3-2.

Já no período de compensação concedido pelo árbitro e numa altura em que os visitantes tentavam chegar de novo à igualdade, Edgar Costa, num contra ataque rápido, ganhou a bola e tocou para Orlando Sá, com o avançado a bater Marco.

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