A situação levou o comité executivo da Federação Internacional de Judo (IJF) a suspender o judoca e o seu treinador, Amar Benikhlef, que desistiram dos Jogos, comunicando, em declarações à televisão argelina, que o faziam em “apoio à causa palestina”.

Nourine, que garantiu a vaga através da quota continental, deveria defrontar na segunda-feira na categoria de -73 kg o sudanês Mohamed Abdalrasool, da equipa olímpica de refugiados, e, em caso de vitória, o judoca israelita.

Já sob inquérito da IJF e sem credencial, retirada pelo Comité Olímpico argelino assim que foi aberta a investigação, Nourine enfrenta também sanções disciplinares.

Para a IJF, a decisão do judoca “é totalmente oposta” aos valores do organismo, que diz defender “uma política estrita de não discriminação” e de “promoção da solidariedade como princípio fundamental”.

Esta não é a primeira vez que Nourine se retira de uma competição devido à questão palestina, depois de também o ter feito nos Mundiais de 2019, competição em que também deveria defrontar Butbul.

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