O FC Porto disse compreender o fim da época 2019/20 nas modalidades de pavilhão, devido à pandemia de covid-19, mas assegurou que tomará as posições necessárias “na defesa dos interesses do clube” junto das federações nacionais e europeias.

"São compreensíveis as decisões de encerrar as competições em diferentes modalidades de pavilhão pelas respetivas federações, como aconteceu, aliás, por toda a Europa", começam por declarar os ‘dragões', em comunicado divulgado no sítio oficial na Internet.

Apesar de salientar que "a saúde pública, a integridade física dos atletas, colaboradores e adeptos em geral é um bem inalienável e uma prioridade absoluta nestes tempos difíceis", o clube portista "manifesta total solidariedade com os seus atletas e compreende as posições públicas" de alguns deles, considerando que "viram defraudadas" as expectativas de uma época.

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"A direção do FC Porto tomará sempre junto das federações nacionais e europeias as posições que entenda mais convenientes na defesa dos interesses do clube, dos atletas e das modalidades", indica a nota, sem especificar.

As competições nacionais de andebol, basquetebol, hóquei em patins e voleibol foram canceladas pelas respetivas federações, devido à pandemia de covid-19, anunciaram na quarta-feira as estruturas federativas, num comunicado conjunto.

O cancelamento das provas deixa sem campeões ou descidas os campeonatos destas quatro modalidades de pavilhão, que tinham as provas suspensas desde 11 e 12 de março, seguindo o desfecho decidido para o futsal, em 08 de abril, pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

O Benfica liderava os campeonatos de voleibol e hóquei em patins, o FC Porto o de andebol e o Sporting o de basquetebol.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou quase 239 mil mortos e infetou mais de 3,3 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.023 pessoas das 25.190 confirmadas como infetadas, e há 1.671 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

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