O canoísta João Ribeiro confia plenamente que o K4 500 vai atingir a final dos mundiais da República Checa, assumindo que falhar o objetivo em Racice seria um “fracasso”.

“Vir a um mundial e não entrar em nenhuma final será sempre um fracasso para nós. Treinámos para estar nas finais. Não me lembro de um mundial sem estar nas finais. Vamos tentar de tudo para entrar e concerteza que vamos conseguir”, disse.

Depois de ficar a um lugar do objetivo em K2 1.000 com Emanuel Silva, indo, por isso, disputar a final B no sábado, entre os 10.º e 18.º lugares, João Ribeiro diz que o descanso vai fazer bem ao quarteto, que integra ainda David Fernandes e David Varela e que hoje teve “uma pequena dessincronização na água”.

“Agora temos um dia para descansar e sábado entramos novamente com a cabeça limpa e conscientes de que vamos dar tudo, pois tudo será decidido ao milímetro”, assegura.

Teresa Portela revela que vai “arriscar um pouco mais no princípio” da final de K1 500, com o objetivo de “conseguir ir com as melhores” e assim tentar classificar-se “nas cinco primeiras”.

Quanto às meias-finais de K1 200 e K4 500, nas quais surge com o 11.º e sétimo tempo entre todas as participantes, respetivamente, acredita que vai ser “muito renhido”, recordando que nos 200 as 11 primeiras estão separadas por apenas meio segundo.

A estreante Márcia Aldeias destacou as “sensações boas” na prova do K4 500 e promete “deixar tudo na água” para cumprir o sonho de atingir a final mundial.

“Não vou ter um sono tranquilo. Fico um bocadinho nervosa, mas vamos ver se isso ainda ajuda, com a adrenalina”, desejou.

Nuno Silva admitiu a “gestão” de prova com Hélder Silva, recordando que “interessa ter boas sensações, mas também poupar energias para sábado”, já que calharam na série que entendem ser “a mais difícil”.

“Só passava um final à final e era arriscado, sabendo que as probabilidades eram muito poucas. Acabámos por ter pouca sorte, pois estaremos na semifinal mais difícil. Será muito complicado entrar na final. Vamos dar o nosso melhor e tentar ficar o mais a frente possível”, disse.

Seis dos oito adversários da dupla que apenas se formou este ano são da Europa e a tripulação lusa apenas venceu a Lituânia esta época, pelo que até o acesso à final B pode ser complicado.

“Para termos animo para trabalhar nos próximos anos, precisamos de resultados no imediato. Mesmo de forma tranquila, queremos chegar lá o mais rápido possível”, concluiu Nuno Silva.

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