A canoísta Teresa Portela manifestou—se hoje satisfeita com a sua prova na final de K1 500 dos Mundiais da República Checa, embora desejasse que o mesmo desempenho lhe permitisse melhor do que o sétimo lugar.

“Claro que preferia ter feito a mesma prova e ter ficado melhor (classificada). Não acho que conseguia fazer melhor prova”, admitiu, enquanto ainda arfava após 1.52,254 minutos a pagaiar nos limites.

Portela ficou a quase quatro segundos da nova campeã, a bielorrussa Volha Khudzenka, que bateu a favorita neozelandesa Lisa Carrington por 289 milésimos de segundo. A dinamarquesa Emma Astrand Jorgensen terminou a 2,044 segundos e conquistou o bronze.

“Só quem ganha é que parece que não custa nada, mas normalmente cansa, é uma prova muito competitiva e dura. Arrisquei no inicio, tentei ir o mais rápido que consegui. No final foi tentar segurar a velocidade, não fui quinta, mas sétima. Ainda assim acho que estive entre as melhores, mas não deu para mais”, completou.

Portela tem um par de horas para descansar antes desta tarde tentar para a final de K1 200 e K4 500, juntamente com Joana Vasconcelos, Francisca Laia e Márcia Aldeias.

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