O empresário do lendário velocista jamaicano Usain Bolt confirmou esta terça-feira (25) que o oito vezes medalhista de ouro olímpico deu positivo para COVID-19.

"O teste de COVID-19 deu positivo, mas Usain não apresenta qualquer sintoma", revelo Ricky Simms em mensagem enviada ao canal de notícias americano CNN.

A declaração de Simms confirma relatos anteriores da imprensa jamaicana de que Bolt tinha testado positivo para COVID-19 poucos dias depois de comemorar o seu 34.º aniversário com uma grande festa, mesmo em tempos de pandemia.

Na segunda-feira, Bolt anunciou pelo Instagram que impôs a si mesmo uma quarentena à espera do resultado do exame feito no sábado.

Bolt não confirmou o resultado do exame, mas pediu a todos que tiveram contacto com ele recentemente a também respeitar uma quarentena.

"Fiz um teste no sábado para sair [da Jamaica], porque tenho trabalho. Estou a tentar ser responsável, então vou ficar em casa. Não tenho sintomas, vou fazer quarentena e esperar pela confirmação para ver qual é o protocolo", disse o jamaicano, num vídeo publicado no Twitter.

O primeiro-ministro da Jamaica, Andrew Holness, informou na segunda-feira que a polícia investiga as circunstâncias da festa de aniversário de Bolt.

"Há relatos de uma atividade relacionada com Usain Bolt. Todos esses assuntos estão a ser investigados a fundo e a polícia fará um relatório num futuro próximo", disse Holness em conferência de imprensa virtual.

Bolt, recordista mundial dos 100 e 200 metros, competiu pela última vez a nível internacional no Mundial de atletismo de 2017, em Londres.

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