Kyrie Irving falou pela primeira vez sobre a sua polémica decisão de não se vacinar contra a COVID-19. Uma decisão que acabou por afastá-lo dos jogos dos Brooklyn Nets em casa durante toda a época passada na NBA.

A sua decisão acabou por ter um forte impacto financeiro já que Kyrie Irving terá deixado de ganhar mais de 100 milhões de dólares. O jogador alega que terá sido pressionado a vacinar-se para poder renovar contrato.

"Abdiquei de quatro anos de contrato e de 100 e tal milhões de dólares para não ser vacinado, e essa foi a minha decisão. Assinar contrato, ser vacinado ou não vacinado… Há um nível de incerteza quanto ao teu futuro, seja nesta Liga ou nesta equipa", começou por explicar à televisiva norte-americana 'ESPN', ontem, segunda-feira.

"Tive de lidar com a circunstância da vida real de perder o emprego por esta decisão (…). Era suposto termos tudo isso decidido [n.d.r. renovação de contrato de quatro anos] antes do estágio do ano passado. E não aconteceu devido ao meu estatuo de não vacinado. Por isso, percebi o que queriam dizer, e limitei-me a ter de viver com isso. Foi uma atitude difícil de aceitar, para ser sincero", disse o jogador.

Em março de 2022, Nova Iorque alterou a lei e passou a permitir a entrada de cidadãos não vacinadas em espaços desportivos, algo que permitiu a Irving volta a jogar pelos Nets em Brooklyn.

Antes das declarações à 'ESPN', o basquetebolista já tinha defendido as pessoas que perderam os seus empregos por não estarem vacinados.

"Se eu posso trabalhar e não ser vacinado, então todos os meus irmãos e irmãs que também não foram vacinados deveriam poder fazer o mesmo, sem serem discriminados, humilhados ou demitidos. Esta vacina/pandemia imposta é uma das maiores violações dos Direitos Humanos da história", escreveu na rede social Twitter.

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