O Sporting manteve a invencibilidade da principal Liga de basquetebol de Portugal ao bater o FC Porto por 63-57 no Pavilhão João Rocha, em jogo da 8.ª jornada da prova realizado esta terça-feira.

Num jogo onde se decidiria qual seria a equipa a terminar o ano sem derrotas (ambas chegaram invictas a este jogo), acabou por ser o Sporting o mais feliz, num encontro pautado pela luta defensiva.

Ao intervalo, os 'leões' venciam por 27-19 mas o FC Porto reagiu e no final do terceiro período estava 37-37. No derradeiro período o Sporting foi mais eficaz e venceu por seis pontos de diferença.

Diogo Ventura terminou o jogo com 24 pontos, mais dois que o mais recente reforço do FC Porto, o norte-americano Jalen Riley.

Após onze rondas, o Sporting lidera com 22 pontos, mais um que o FC Porto que averbou a sua primeira vitória na prova.

Moncho López, treinador do FC Porto, assumiu que o Sporting foi um justo vencedor.

"Quando se faz um jogo com tão poucos pontos, normalmente diz-se que foi um mau jogo das duas equipas, mas acho que não. Estiveram mal no lançamento, é verdade, falhou-se muito, as percentagens não são boas, mas foi um jogo muito defensivo e muito condicionado pela defesa do Sporting. Há que dar os parabéns, sabíamos que é uma equipa que utiliza muito o físico, no limite da legalidade. É muito difícil jogar assim e apitar assim. Respeito essa maneira de jogar e quero que a minha equipa esteja preparada para isso. […] O Sporting é um justo vencedor, esteve sempre na frente e, num jogo tão defensivo, eles tiveram mais regularidade que nós e aproveitaram muito bem a nossa quebra pontual", afirmou Moncho López.

Já António Ferreira, treinador-adjunto do Sporting, lembrou que ainda há muito campeonato pela frente.

"O jogo é marcado fundamentalmente por duas características. O facto de serem duas equipas que se conhecem muito bem, o resultado traduz a capacidade de 'scouting' que as equipas têm, anularam-se mutuamente e as defesas tiveram preponderância. É um jogo entre duas equipas que ainda não tinham perdido e marcado por uma ansiedade natural, que faz com que os jogadores cometam erros. As defesas claramente sobrepuseram-se à capacidade ofensiva que as duas equipas têm. A aproximação e o afastamento que o resultado teve é fruto da dinâmica que um jogo de basquetebol tem. As equipas têm momentos que estão melhores e momentos menos bons. Temos o mérito de nunca ter perdido o comando. Isso deixou-nos aquele capital de confiança que nos permitiu chegar ao final e ganharmos", afirmou o adjunto de Luís Magalhães.

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