A informação foi avançada hoje pelo presidente da Federação de Basquetebol das Canárias, José Armas.

O chefe da delegação cubana, Luis López, confirmou, por seu lado, que na altura do embarque para Havana, via Madrid, apenas compareceram no aeroporto um dos cinco jogadores em falta.

"Sabemos o que costumam fazer desportistas quando saem de Cuba para competir no estrangeiro: pedem asilo político - estes não sei o que farão", acrescentou.

Trata-se de uma situação "negativa" para os atletas e para Cuba, considerou, garantindo que as regras da Federação Internacional de Basquetebol não lhes permitirá jogar em Espanha.

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