O ciclista norte-americano Tejay Van Garderen (BMC) confessou estar extremamente desapontado por ter sido forçado a desistir hoje, no decorrer da 17.ª etapa da Volta a França, quando era terceiro da geral, devido a uma gripe.

“Estar a lutar pelo pódio na Volta a França e no minuto seguinte estar sentado no carro [da equipa] foi muito duro. Foi duro olhar para os meus colegas nos olhos. Foi duro telefonar à minha mulher e explicar-lhe o que estava a acontecer. Foram muitas emoções”, explicou Van Garderen, citado na página da BMC.

O norte-americano revelou, pela primeira vez, que estava a debater-se com uma gripe desde a 13.ª etapa.

“Durante algum tempo, estava a lidar bem com isso. Era um resfriado sem importância. Mas fui ficando pior. No dia de descanso [terça-feira], tive sintomas febris e arrepios. Hoje de manhã, acordei e pensei que o pior tinha passado. Senti-me preparado para correr, perto do normal”, descreveu o ciclista de 26 anos.

A ilusão de que a gripe o tinha abandonado foi apenas momentânea: “Quando comecei a pedalar, os músculos não tinham energia. Desde o início, sabia que não era bom sinal. Esperei conseguir esconder-me, pedalar uns quantos quilómetros e talvez começar a sentir-me melhor. Mas as sensações nunca regressaram. É uma desilusão tremenda”, reconheceu.

À partida para a 17.ª etapa, que ligou Digne-les-Bains a Pra Loup, Van Garderen era terceiro da geral, a 03.32 minutos do camisola amarela Chris Froome (Sky).

Inicialmente, a organização do Tour apontou fortes dores de cabeça como causa da desistência do norte-americano.

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