A etapa desta sexta-feira do Giro d'Itália ficou marcada pelo protesto dos ciclistas, que levou a que a etapa fosse encurtada em 100 km, devido ao mau tempo que se fazia sentir.

O diretor do Giro, Mauro Vegni, não se mostrou nada satisfeito com a situação e com a atitude dos ciclistas. Em declarações à Eurosport, Vegni abriu a porta a processos.

"Estou muito chateado com a forma como isto aconteceu. Não é a forma correta de resolver os assuntos. Acho que vamos trocar algumas palavras com os advogados porque não acho que houve respeito com a corrida, com as pessoas que queria ver a prova", disse.

Visivelmente frustrado com a situação, o diretor da prova afirmou que a situação não ficará por aqui e que existirão consequências.

"Vão existir consequências face ao comportamento dos ciclistas hoje. A etapa foi anunciada há um ano atrás, sabiam que ia acontecer em outubro e um dia de chuva em outubro é normal e 13 graus não é frio", afirmou.

A organização da prova viu-se obrigada a ir de encontro aos pedidos de parte do pelotão, mas Vagni não perdoa: "Isto ainda não acabou. Vamos terminar a corrida e chegar a Milão, depois alguém vai pagar por isto".

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