Depois de conquistar o seu quarto título mundial na especialidade, igualando o recorde do suíço Fabian Cancellara, e o segundo ouro em quatro dias – sagrou-se campeão do Mundo no contrarrelógio por equipas, com a Etixx-QuickStep -, Martin disse aos jornalistas que teria de esperar pelo regresso à Alemanha para poder festejar o seu feito, devido à ausência de adeptos para congratulá-lo em Doha.

“Seria simpático ter mais fãs aqui para celebrar a minha vitória. Os verdadeiros festejos vão acontecer quando chegar a casa”, notou, referindo-se a uma realidade que tem sido muito comentada desde o arranque dos Mundiais de ciclismo de estrada, no domingo.

Também o espanhol Jonathan Castroviejo, que conquistou o bronze, considerou que a falta de público tornou o ‘crono’ mais complicado para os ciclistas.

“É muito difícil. Normalmente, temos muitos espetadores, mas aqui não”, frisou.

A falta de público veio reforçar as críticas à atribuição da organização dos Mundiais a Doha. O principal problema apontado aos primeiros Campeonatos do Mundo realizados no Médio Oriente é o calor que se tem registado durante as provas, com as temperaturas a rondarem os 40 graus.

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