Primoz Roglic acredita que a Jumbo-Visma pode ‘destronar’ Tadej Pogacar (UAE Emirates) na 109.ª Volta a França em bicicleta, enquanto Jonas Vingegaard, o ‘vice’ do ano passado, admite confiar mais nas suas possibilidades este ano.

“Somos uma equipa forte, com muitas individualidades. Se trabalharmos juntos e fizermos o melhor possível, pensamos que podemos derrotá-lo”, defendeu o adversário número um do atual bicampeão do Tour, referindo-se ao seu compatriota.

Segundo classificado em 2020, o esloveno de 32 anos desistiu da passada edição devido às lesões resultantes de uma queda sofrida na terceira etapa, regressando este ano para partilhar a liderança da ‘super’ Jumbo-Visma com o ciclista sensação do Tour2021.

“Tornamo-nos mutuamente mais fortes. O Jonas é um excelente corredor, mas isso é válido também para os outros [companheiros de equipa], que são muito fortes. Com o Jonas, tenho uma boa relação fora da bicicleta, somos grandes amigos”, disse o sempre telegráfico Roglic.

Líder improvisado da formação neerlandesa em 2021, Vingegaard assume pela primeira vez o estatuto de chefe de fila na ‘Grande Boucle’, uma nova ‘missão’ que parece aceitar com naturalidade.

“O Primoz e eu somos bons amigos. Acabámos de passar duas semanas juntos em Tignes. Pensamos que podemos desafiar o Pogacar, faz muita diferença sermos dois. Ambos pensamos na camisola amarela, temos um bom plano e esperamos concretizá-lo com sucesso”, declarou.

O dinamarquês de 25 anos, que verá a 109.ª edição da ‘Grande Boucle’ partir do seu país, admitiu que, mentalmente, encara este novo ‘assalto’ à amarela de forma distinta.

“A abordagem é muito diferente da do ano passado, em que vim para esta corrida como gregário. Tenho mais confiança, acredito mais em mim”, confessou.

Alertando para “o muito stress, muitos azares” que podem acontecer numa prova de três semanas, Vingegaard revelou que o objetivo dos Jumbo-Visma “é sobreviver à primeira semana”. “Depois, logo se vê como está cada um”, concluiu.

Os objetivos da Jumbo-Visma não passam apenas pela amarela, com a equipa a ‘espreitar’ a camisola verde com o ‘todo-o-terreno’ Wout van Aert, vencedor de três etapas na passada edição, nomeadamente a última, em plenos Campos Elísios.

“Posso desempenhar vários papéis, mas para mim é claro que perseguimos a amarela há vários anos e essa será a nossa principal ambição”, desmistificou o belga, já depois de Roglic ter esclarecido que “Wout tem um papel livre”, mas é “alguém que se dedica a 100% à equipa”.

A 109.ª Volta a França arranca na sexta-feira em Copenhaga, na Dinamarca, e termina em 24 de julho em Paris, onde o sucessor de Tadej Pogacar será consagrado.

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