A Volta a Itália em bicicleta de 2022, que vai decorrer entre 06 e 29 de maio, contempla quatro chegadas em alta montanha, de um total de seis etapas com aquelas características, anunciou hoje a organização da prova.

As seis tiradas hoje anunciadas, depois de nos dias anteriores terem sido divulgadas etapas em ‘linha’ ou de média montanha do Giro de 2022, integram, entre outras, as subidas ao Etna e ao Mortirolo, e deverão assumir uma importância decisiva na classificação final.

O ciclista colombiano Egan Bernal (INEOS), vencedor da prova em 2021, numa edição em que o português João Almeida (Deceuninck-QuickStep) foi sexto classificado, observou que “com estas seis etapas de alta montanha, torna-se evidente que o Giro de 2022 será muito duro”.

As seis tiradas hoje divulgadas são as seguintes: Avola-Etna (166 quilómetros/3.590 metros de desnível), Isernia-Blockhaus (187/4.990), Rivarolo Canavese-Cogne (177/4.030), Saló-Aprica (200/5.440), Ponte Di Legno-Lavarone (165/3.740) e Belluno-Marmolada (167/4.490).

O Giro de 2022 vai partir de Budapeste, cidade que deveria ter acolhido o arranque da prova em 2020, antes do adiamento e da alteração do percurso devido à pandemia de covid-19, numa edição em que João Almeida liderou da terceira à 17.ª etapa, tendo terminado no quarto lugar.

A 105.ª edição da Volta a Itália em bicicleta terá três etapas em solo húngaro, duas em linha e um contrarrelógio, antes de chegar às estradas italianas em 10 de maio, depois de um dia de descanso.

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