O alto da Torre aparece hoje na nona etapa da 79.ª Volta a Portugal, com o ciclista Rául Alarcón (W52-FC Porto) a enfrentar os duros 184,1 quilómetros entre Lousã e Guarda com uma margem mínima sobre os adversários.

Depois de perder tempo para toda a concorrência na véspera, em Oliveira de Azeméis, o corredor alicantino tem a sua liderança a prémio, na mais dura das tiradas, que vai enfrentar com meros 14 segundos de vantagem sobre o espanhol Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) e 19 sobre o italiano Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira).

O pelotão, que parte da Lousã às 12:10, não terá sossego, encarando uma contagem de terceira categoria logo aos 6,5 quilómetros, e uma de quarta, em Mouronho, aos 37,7, após passar a primeira meta volante do dia em Arganil (29,4).

Em Seia, há novo ‘sprint’ intermédio, coincidente com o início da subida ao ponto mais alto de Portugal continental (87,3): são 27,4 quilómetros a subir até à Torre, onde está instalada a única contagem de categoria especial desta edição.

Os ciclistas descem então em direção a Manteigas, cruzam a meta volante de Valhelhas (150,1) e encontram mais duas contagens de montanha, uma terceira categoria ao quilómetro 158,9 e outra, já na Guarda, a menos de dez quilómetros da meta.

É precisamente na chegada à cidade mais alta do país, prevista para cerca das 17:30, que Raúl Alarcón vai enfrentar o derradeiro teste na montanha, já que a meta coincide também com uma contagem de terceira categoria.

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