Depois do polémico lance que marcou a final da Taça da Liga de Futsal, o presidente da Associação Portugueses de Árbitros de Futebol vem defender a atuação do juiz na partida.

Em declarações ao jornal 'A Bola', Luciano Gonçalves afirma não ter quaisquer dúvidas de que a decisão tomada após o sucedido foi a correta.

"O árbitro fez o trabalho que tinha de fazer. Da parte da arbitragem está tudo tranquilo, o árbitro cumpriu o que está regulamentado. O resto tem que ver com comportamento, ação e ética. Relativamente às questões comportamentais são um tema que não sei a quem compete analisar, a nós não é", realçou o presidente da APAF.

Excerto do regulamento:

"8. Jogador fora do terreno de jogo

Se um jogador que necessite de autorização do árbitro para reentrar no terreno de jogo, o fizer sem autorização do árbitro, este deve então:

• interromper o jogo (mas não imediatamente, se o jogador não interfere com o jogo, ou com um elemento da equipa de arbitragem, ou se houver lugar à aplicação da vantagem)
• advertir o jogador por ter entrado no terreno de jogo sem a sua autorização

Se o árbitro interromper o jogo, este deve ser recomeçado:
• com um pontapé-livre direto no local da interferência
• com um pontapé-livre indireto no local em que a bola se encontrava no momento da interrupção, se não tiver havido interferência

Um jogador que ultrapasse acidentalmente uma linha delimitadora do terreno de jogo, como parte da ação de uma jogada, não comete uma infração."

Recorde aqui o lance em que Taynan, jogador do Sporting, saiu do banco de suplentes para interromper uma jogada do Benfica no decorrer do jogo, já nos instantes finais. Nesta altura, o Sporting vencia por 3-2. No final, os leões venceram por 4-2.

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