A conquista do Europeu em 2018 e o quarto lugar na última edição, na Colômbia, em 2016, são os pergaminhos que a equipa das ‘quinas’ apresenta para o Mundial, que se realiza nas cidades lituanas de Vilnius, Kaunas e Klaipeda, de domingo a 03 de outubro.

No Grupo C, Portugal tem pela frente a Tailândia, que já foi adversário no Mundial de 2008, na mesma fase, com os lusos a triunfarem por 3-2 – somando outros dois triunfos e um empate em particulares -, as Ilhas Salomão, que nunca defrontaram, e Marrocos, rival em dois encontros de preparação (4-3 em 2016 e 2-2 em 2018).

É a sexta participação seguida de Portugal na competição, que, além do terceiro lugar de 2000 e do quarto de 2016, conta com eliminações na segunda ronda, em 2004 (Taipé), na primeira ronda, em 2008 (Brasil) e nos ‘quartos’, em 2012 (Tailândia).

O Brasil, com cinco títulos conquistados, é o grande dominador do Mundial e parte sempre como crónico favorito a novo triunfo, tal como a Espanha, que venceu duas vezes, em 2000 e 2004, e a Argentina, que venceu pela primeira vez na última edição.

Seleções como o Irão, que venceu Portugal em 2016, no jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares (4-3 nos penáltis, após 2-2 no final do tempo regulamentar), ou a Rússia, vice-campeã mundial, também têm aspirações para se intrometerem na luta.

Em relação a Portugal, a lista de convocados traduz um equilíbrio entre experiência, assente em Ricardinho, João Matos, Bebé, Bruno Coelho, entre outros, e juventude, com as estreias de Zicky, Afonso Jesus ou Tomás Paçó, além de Erick Mendonça.

A qualificação lusa foi assegurada em fevereiro de 2020, num triunfo por 4-1 à Itália, depois de empatar com Finlândia (1-1) e vencer a Bielorrússia (2-1), na Ronda de Elite.

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