Neste segundo jogo assistiu-se a um início em todo semelhante à partida de ontem. Portugal entrou bem, criou oportunidades, mas aos poucos foi sendo anulado pelo Brasil.

Aos 4 minutos contabilizam-se 3 ocasiões de golo para a equipa das quinas, sendo a mais perigosa aquela protagonizada por Arnaldo. Gonçalo Alves, na esquerda, tocou para o meio da área e o capitão de equipa de Portugal, sobre a linha de golo, não conseguiu marcar.

Depois surgiu a qualidade do cinco incial brasileiro, principalmente nos lances de bola parada. Com cinco minutos da primeira parte, uma sucessão de três cantos causou muitos "calafrios" aos jogadores portugueses e principalmente ao guarda-redes João Benedito.

No lance seguinte, Vincius recebeu a bola na área, driblou um adversário e apontou o primeiro golo da partida. O Brasil tinha em pouco tempo invertido a tendência de jogo, colocado-se na frente do marcador.

 Os canarinhos mostravam nesta fase da partida mais consistência, conseguindo chegar com mais perigo à área portuguesa. Contrariamente, a selecção nacional mostrava dificuldades em penetrar na defesa contrária.

Tudo isso mudou a partir de um lance que teve como protagonistas João Benedito e Leitão. A 2.21 do fim da primeira parte, o guarda-redes pontapeou a bola com conta, peso e medida na área contrária e Leitão correspondeu com um cabeceamento magistral, colocando a bola no fundo das redes.

Portugal chegava à igualdade através de um lance pautado pela simplicidade.

Os últimos minutos caracterizaram-se por um grande equilibrio. O resultado ao intervalo acaba por se ajustar perante o rendimento apresentado pelas duas selecções.

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