Macau vai participar no 42.º Mundial B de hóquei em patins, uma presença no Uruguai que tem como objetivo "fazer melhor" do que o sexto lugar na edição anterior.

"Renovámos o título de campeão asiático, o que nos tornou líderes da modalidade na região pela sexta vez consecutiva e nona no total, mas as exigências e os condicionamentos de um mundial são mais elevados e não podemos aspirar a um grande resultado", explicou à agência Lusa António Aguiar.

A equipa de Macau está a preparar-se para o mundial, que se realiza em Montevideu entre 15 e 22 de novembro, sob a orientação de Alberto Lisboa, o mais experiente atleta da modalidade no território e que vai revelar na próxima segunda-feira a equipa que seguirá para o Uruguai.

"Primeiro vamos falar com os atletas e só depois disso os nomes serão conhecidos", disse António Aguiar ao salientar que existem ainda acertos a fazer "para que a representação seja condigna".

"Somos a modalidade coletiva que mais títulos tem dado a Macau e vamos para dentro do ringue sempre com o objetivo de honrar a camisola que vestimos e a Região que representamos, mas não podemos aspirar a grandes resultados sem que nos sejam dadas as condições necessárias de treino e desenvolvimento da atividade", afirmou.

António Aguiar volta a reafirmar a necessidade de um pavilhão ou um campo onde seja possível treinar assiduamente e sem grandes constrangimentos de horários como acontece atualmente e lembra que o hóquei em patins e as restantes modalidades da patinagem "já mereciam mais apoios oficiais".


No mundial do Uruguai participam oito formações que vão jogar num regime de todos contra todos, subindo ao grupo A os três primeiros qualificados.


Além de Macau marcam presença em Montevideu os Estados Unidos, Áustria, Uruguai, Inglaterra, Holanda, Egito e Costa Rica.

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