Os canoístas portugueses, que na sexta-feira vão lutar pelo acesso às finais dos mundiais em busca de vaga para os Jogos Olímpicos, vão enfrentar diversos níveis de dificuldade, em alguns casos tornando um possível êxito ainda mais memorável.

O campeão do mundo Fernando Pimenta vai reencontrar na sua meia-final o húngaro Balint Kopasz, que, por margens muito reduzidas, lhe 'roubou' o ouro em K1 1000 e 5000 nos II Jogos Europeus, que decorreram em junho em Minsk.

Estes dois favoritos ao título mundial competem por uma das três vagas que dá acesso à final, na qual os cinco melhores ganham o direito a ir a Tóquio2020.

Teresa Portela tem o mesmo desafio em K1 200, numa meia-final na qual tem como principais obstáculos a neozelandesa Lisa Carrington, bicampeã olímpica e campeã do mundo, bem como a francesa Sarah Guyot, quinta no Rio2016.

Nas canoas, o GNR Hélder Silva, olímpico no Rio2016 em C1 200, aposta nos 1000 metros, a nova distância no programa de Tóquio2020, na qual não compete internacionalmente há uma década, quando era ainda sub-23.

Bruno Afonso e Marco Apura não vão ter tarefa fácil para irem à final, inclusivamente a B, que atribui os lugares entre o 10.º e 18.º, uma vez que a sua semifinal tem várias tripulações bem mais experientes, casos de Brasil e Ucrânia, medalhas de prata e bronze nos Jogos do Rio2016, bem como Hungria e Cuba, quarto e sexto, respetivamente.

Uma Europa bem-sucedida ajudá-los-á em maio de 2020 quando lutarem por uma das duas vagas que ainda vão estar em disputa na fase continental para a C2.

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