A decisão de cancelar o evento foi tomada depois de uma reunião que juntou os principais intervenientes do Campeonato do Mundo de Fórmula 1, na sequência de um caso positivo de Covid-19 que forçou à desistência da McLaren.

"Depois da confirmação de que um membro da equipa McLaren Racing Team deu positivo a Covid-19 e a decisão de se retirar do GP da Austrália, a FIA e a Fórmula 1 convocaram uma reunião com os restantes nove diretores de equipa na quinta-feira à noite. Estas discussões terminaram com uma opinião maioritária das equipas de que a corrida não deveria realizar-se. A FIA e a Fórmula 1, com o total apoio da Australian Grand Prix Corporation tomaram a decisão de cancelar toda a atividade de F1 para o GP da Austrália", lê-se no comunicado.

"Sabemos que é uma notícia muito dececionante para milhares de adeptos que assistiriam à corrida. Todos os portadores de bilhete serão totalmente reembolsados", garante-se, ainda.

"Todas as partes envolvidas tiveram em conta os grandes esforços da AGPC, Motorsport Austrália, todo o pessoal e os voluntários para organizar a ronda inaugural do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 da FIA 2020 em Melbourne. No entanto, concluíram que a segurança de todos os membros da família da Fórmula 1 e o resto da comunidade, assim como a igualdade da competição têm prioridade", concluiu a FIA.

Trata-se do primeiro cancelamento de uma prova de Fórmula 1 desde o Bahrein em 2011.

O novo coronavírus responsável pela Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 4.600 mortos em todo o mundo, levando a Organização Mundial de Saúde a declarar a doença como pandemia.

O número de infetados ultrapassou as 125 mil pessoas, com casos registados em cerca de 120 países e territórios.

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