Um jogo impróprio para cardíacos e talvez um dos melhores da época. Novak Djokovic deixou para trás Roger Federer (após um encontro que só fechou no quinto set) nas ‘meias’ e na final defrontou Nadal, que ‘só’ deixou o sérvio levar a taça depois de quatro horas de jogo a um ritmo frenético.

Novak Djokovic venceu em quatro sets, pelos parciais de 6-2, 6-4, 6-7 (3-7) e 6-1 e Rafael Nadal foi ‘obrigado’ a passar o testemunho ao sérvio, que não só teve de lutar contra o espanhol como contra o público. O luso Carlos Ramos, o árbitro da partida, teve dificuldade para manter a audiência em silêncio, que apupou por várias vezes Djoko.

Nadal ainda conseguiu dar réplica, no terceiro set, levando a crer que a partida poderia ir mesmo até ao quinto e último set. Mas Djokovic ganhou ‘vida’ depois de uma assistência média (dores nas costas), antes do inicio do quarto, que o guiou para a vitória. O match-point que garantiu o triunfo, bem como toda a última partida, já foram feitas a um ritmo lento.

Com apenas duas derrotas em toda a temporada, o tenista sérvio, de 24 anos, primou pelo brilhantismo e fez cair a hegemonia de Nadal e Federer, mostrando que esta guerra é definitivamente a três.

Dos grandes Slams, apenas Roland Garros lhe falhou – primeira derrota e imposta por Federer nas meias-finais.

Um jogo para a história que consagra uma temporada de alto nível do tenista sérvio.

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