Novak Djokovic voltou a ser o rei do ténis mundial ao vencer o espanhol Rafael Nadal em quatro sets, pelos parciais de 6-2, 6-4, 6-7 (3-7) e 6-1 na final do US Open, em Flushing Meadows.

Em Nova Iorque, assistiu-se a um dos melhores jogos da modalidade do ano, ao mais alto nível, com os dois melhores tenistas da atualidade a deixaram a “vida” no court. No final, após 4 horas, ganhou o melhor e esse foi Novak Djokovic.

Dos 67 jogos disputados, o sérvio soma com 65 vitórias em 10 torneios, entre os quais três provas do Grand Slam – Open Austrália, Wimbledon e US Opem -, perdendo apenas por duas vezes: Meias-finais de Roland Garros contra Roger Federer e a final do Torneio de Cincinnati.

«Não esperava tais resultados esta época, estou esgotado, e até é difícil explicar o que me tem acontecido. Uma coisa é certa: trabalhei toda a vida para chegar aqui e este é o meu ano», disse o número 1 do mundo, no final do encontro com Nadal.

«Tenho ainda muito a provar a mim mesmo e ao ténis. Quero ganhar outros Grand Slam. É o amor a esta modalidade que me faz avançar. Seria fantástico ganhar os quatro grandes torneios na mesma temporada», disse Novak acrescentando que ninguém é invencível.

«Se no próximo ano conseguir fazer metade do que fiz nesta já fico contente. Por isso, vou aproveitar o presente», concluiu.

O triunfo no US Open consolidou ainda mais a liderança do tenista sérvio no ranking ATP, sendo que Djokovic vai ficar agora com 4100 pontos de vantagem sobre Nadal.

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