Novak Djokovic procura renovar o título conquistado em Wimbledon em 2014, com o suíço Roger Federer e o britânico Andy Murray a figurarem, à partida, como principais adversários do sérvio no terceiro Grand Slam da temporada de ténis.

Depois da ‘desilusão’ pela derrota em Roland Garros, que o impediu de completar o 'Grand Slam' de carreira, o número um mundial chega a Wimbledon sem nenhum torneio realizado sobre relva, mas com a ‘responsabilidade’ de defender o título no All England Lawn.

Tal como no ano anterior, Djokovic chega a Wimbledon depois de ter sido derrotado na final de Roland Garros, algo que pareceu não afetá-lo em 2014. Resta saber como o sérvio reage após ter falhado o grande objetivo assumido para a presente época e se é capaz de dar continuidade ao ano quase perfeito que vem realizando, em que, além do Open da Austrália, ‘cantou’ vitória nos quatro Masters 1000 em qua participou (Indian Wells, Miami, Monte Carlo e Roma).

Para isso, o sérvio terá de ultrapassar a forte concorrência de Federer e Murray. Ambos chegam a Wimbledon com vitórias, em Halle e no Queens Club, respetivamente, e por isso motivados para reconquistarem o grande título em terras de sua majestade.

Os sete títulos do suíço (dois a mais do que Djokovic, Murray e Nadal juntos) dão-lhe, à partida, um favoritismo ‘crónico’, que assenta no jogo irrepreensível do número dois do ‘ranking’ mundial sobre relva, que já lhe valeram 15 títulos sobre esta superfície.

Quanto a Murray, parece cada vez mais talhado para os grandes jogos também sobre relva. A jogar em casa, ‘empurrado’ pelo público, o britânico procura a segunda ‘taça dourada’, depois do título conquistado em 2013, o que acontecer seria o terceiro ‘Grand Slam’ da sua carreira.

Mais longe do triunfo parece partir o espanhol Rafael Nadal. Mesmo com vitória em Estugarda, num título sobre relva que já lhe escapava desde 2010, o maiorquino caiu na primeira ronda do Queens Club e chega a Wimbledon como número 10 mundial, a sua pior classificação de sempre no torneio inglês, que, mesmo não sendo a sua superficie de eleição, já venceu em duas ocasiões.

Os 'Grand Slam' são também propícios a vitórias inesperadas, como o prova o recente triunfo de Stanislas Wawrinka em Roland Garros, quando poucos acreditavam, à partida, que fosse possível.

Nesse particular, o suíço, número quatro mundial, é o candidato maior, embora a relva não seja o seu piso predileto, como demonstra o seu melhor resultado no torneio, que se fica pelos quartos de final (2014). Ainda assim, ao seu melhor nível, Wawrinka já demonstrou que pode ‘desmontar’ qualquer favoritismo e superar os principais candidatos.

Quanto a portugueses, João Sousa é o único representante luso. Depois de ter perdido frente a Murray nos dois ‘Grand Slam’ da temporada já disputados, o vimaranense fará a segunda presença no quadro principal do torneio londrino, depois de ter sido afastado na primeira ronda em 2014.

Relativamente ao quadro feminino, a líder do ‘ranking’ mundial Serena Williams é a grande favorita à vitória. Depois do afastamento ‘precoce’ em 2014, na terceira ronda, a norte americana parte em busca do terceiro Grand Slam da temporada, depois das vitórias no Open da Austrália e em Roland Garros, o que ao concretizar-se seria o seu 21.º ‘major’ da carreira e a sexta vitória em Wimbledon.

A defender o título, a checa Petra Kvitová, segunda do ‘ranking’ WTA, é, a par da Russa Maria Sharapova, número quatro mundial, a principal oponente ao pleno da norte-americana, ainda que, no seu melhor nível, Williams se tenha revelado imbatível para as principais adversárias.

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