O ex-tenista croata Goran Ivanisevic, que chegou a ser número dois do mundo, manifestou-se hoje disponível para treinar o sérvio Novak Djokovic, eliminado logo na segunda ronda do Open da Austrália, primeiro’ Grand Slam’ do ano.

Djokovic - que no final do ano passado ‘cedeu’ a liderança do ‘ranking’ mundial ao britânico Andy Murray, também já afastado do ‘major’ australiano – defendia o título na competição, mas foi inesperadamente eliminado na segunda ronda pelo uzbeque Denis Istomin, número 117 do circuito.

O atual treinador do checo Tomas Berdych, também afastado do Open da Austrália pelo suíço Roger Federer, considerou que recusar um convite para orientar Djokovic, que se ‘divorciou’ recentemente do alemão Boris Becker, “seria como negar uma oferta do Real Madrid”.

“Seria como negar uma oferta do Real Madrid para ser ‘manager’. Orientar Djokovic é um sonho de todos os treinadores”, admitiu Ivanisevic, que tem no currículo a vitória no ‘Grand Slam’ de Wimbledon, em 2001.

Desde que anunciou a separação com Boris Becker, Djokovic não chamou outro treinador para juntar à equipa técnica formada por Marian Vajda e Dusan Vemic.

“[Djokovic] Não é agora o número um, mas, para mim, continua a ser o melhor. Já ganhou tudo o que havia para ganhar”, elogiou Ivanisevic.

Becker, que, como jogador, venceu seis ‘majors’, dois na Austrália, afirmou pouco depois da eliminação de Djokovic na presente edição do torneio em Melbourne que “não reconhecia” o seu ‘ex-pupilo’.

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