A tenista russa Anastasia Pavlyuchenkova, a primeira finalista conhecida do 24.º Portugal Open, mostrou-se hoje «muito contente» com o apuramento para aquela que será a sua primeira final da carreira num torneio em terra batida.
A terceira cabeça de série e 19.ª do "ranking" mundial venceu hoje, nas meias-finais, a suíça Romina Oprandi, número 53 do Mundo, em três "sets", pelos parciais de 0-6, 6-3 e 6-1, em 1:37 horas.
Num encontro que começou mal para a vencedora, Pavlyuchenkova disse, em conferência de imprensa, que não gosta de «arranjar desculpas» nem de se queixar, mas culpou o cansaço pela má entrada na partida.
«Foi muito difícil o início do jogo, porque não senti que tinha recuperado completamente do jogo de ontem [quinta-feira], que durou quase três horas. Senti que não tive tempo nenhum para recuperar», justificou.
No entanto, a russa conseguiu reagir e dar a volta ao encontro, o que a deixa satisfeita, mas ainda mais por ser a sua primeira final da carreira num torneio em terra batida.
«A verdade é que não sei como só agora consegui. É a minha primeira final assim e estou ainda mais contente por isso», afirmou Pavlyuchenkoa.
Sobre a preparação para a final de sábado, em que vai jogar com a espanhola Carla Suarez-Navarro, a russa disse que tem «aspetos a melhorar», mas, por agora, quer passar o resto do dia em «relaxamento total» para recuperar.
«Sinto que preciso de um banho de gelo, ou saltar para a piscina ou simplesmente dormir. Preciso de me afastar um bocadinho do ténis, uma coisa totalmente relaxante, talvez passear um bocadinho pela cidade», concluiu.
O Portugal Open disputa-se até domingo no Complexo Desportivo do Jamor.

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