O Benfica venceu o Sporting, por 3-2, em jogo da 10.ª jornada da segunda fase da série primeiros, recorrendo ao quinto parcial e depois do primeiro ‘set’ ter demorado 43 minutos.

Com este resultado, o Benfica soma agora 26 pontos, mais seis pontos que o Sporting, terceiro. No segundo lugar figura o Fonte Bastardo, com 22, e um jogo a menos.

Equilíbrio. Esta seria a palavra ideal para definir o jogo ao longo de todos os parciais. Ganhou o Benfica, mas poderia perfeitamente ter sido o Sporting, equipa que vendeu cara, muito cara mesmo, a derrota.

Nenhuma das equipas baixou os braços, mesmo quando tinham três ou quatro pontos de desvantagem. Aconteceu no primeiro e no segundo ‘set’ e tanto o Benfica como o Sporting deram a volta ao marcador.

No primeiro parcial, com a duração de 43 minutos, também por culpa de um problema técnico no computador, foi necessário recorrer ao ‘match-point’ para se decidir o vencer. A sorte acabou por sorrir ao Benfica, que o conquistou, por 30-28.

De destacar os erros nos serviços, mais evidente para os ‘encarnados’, que ainda assim atenuaram essas falhas graças ao ataque.

Aliás, os argumentos esgrimidos no primeiro ‘set’ mantiveram-se no segundo, os campeões nacionais (de 2018/19, já que na temporada passada, fruto da suspensão da competição devido à pandemia não foi atribuído o título) até chegaram a ter quatro pontos de vantagem (14-10), contudo o Sporting deu a volta ao marcador e, após alguma indefinição, acabou por igualar a partida ao vencer por 25-23.

No terceiro parcial, a formação da Luz ‘puxou dos galões’, corrigiu os erros no serviço, chegou mesmo a conquistar três pontos de seguida quando marcador registou os 22-16. Um resultado só por sim mostrava que o parcial estava sentenciado e que seria uma questão de tempo até o Benfica o selar (25-19), graças ao ponto conquistado por André Aleixo.

A apostar na rotação dos líberos, ora Gil Pereira, ora João Fidalgo, o Sporting manteve-se no encalço do Benfica e mostrou que a diferença no marcador no terceiro parcial era apenas um pequeno percalço.

Cerrou fileiras e manteve-se no comando do ‘set’ e quando Ivo Casas socou a bola depois de a não conseguir rececionar, aos 24-19, foi sinal claro que os ‘encarnados’ tinham desistido de o conquistar, tendo sido selado pelo ‘leão’ Robinson Dvoranen.

Na negra, com menos pontos em disputa, Flávio Soares, depois de uma má receção de Robinson Dvoranen, fez o Benfica adiantar-se no encontro, contudo, ao mostrar fragilidades no ‘bloco’ foi permitindo que o Sporting se mantivesse nas imediações, sempre a roçar a igualdade. No fundo era o espelho do jogo. A incerteza manteve-se, contudo os ‘encarnados’ ganharam uma almofada de três pontos (13-10) o que foi suficiente para atirar os ‘leões’ para fora do triunfo, com o ponto de Raphael Oliveira (15-11).

Jogo realizado no Pavilhão n.º 2 do Estádio da Luz, em Lisboa.

Benfica – Sporting, 3-2.

Parciais: 30-28, 23-25, 25-19, 19-25 e 15-11.

Sob a arbitragem de Rui Reis e Alexandre Ribeiro as equipas alinharam:

- Benfica: Raphael Oliveira, Peter Wohlfahrstatter, Théo Lopes, Flávio Soares, Tiago Violas e André Aleixo. Jogaram ainda: Ivo Casas (líbero), Hugo Gaspar, Nuno Pinheiro e André Lopes.

Treinador: Marcel Matz.

- Sporting: José Estangel, Victor Pereira, Paulo Silva, Robinson Dvoranen, Bruno Alves e Gil Pereira (líbero 1). Jogaram ainda: João Fidalgo (líbero 2), Eder Kock, André Saliba, Miguel Maia, Renan Purificação e Hélio Sanches.

Treinador: Gersinho.

Assistência: Jogo realizado à porta fechada devido à pandemia de covid-19.

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