A candidatura da equipa norte-americana Andretti Formula Racing a ser a 11.ª escuderia de Fórmula 1 em 2025 ou 2026 foi rejeitada, anunciou hoje a F1, em comunicado.

A Federação Internacional do Automóvel (FIA) tinha, no entanto deixada aberta a via para a chegada de Andretti ao 'paddock', dando-lhe 'luz verde' em outubro passado.

A decisão da FIA estava dependente da conclusão de um acordo com a Liberty Media, detentora dos direitos da F1, que afirmara que "ia fazer a própria avaliação da solidez da candidatura".

As conclusões dos decisores da F1, sem apelo, são que a nova equipa não ia acrescentar valor ao campeonato, por não ser suficientemente competitiva. Entretanto, a escuderia já tinha anunciado uma parceria futura com a General Motors para o fornecimento de motores Cadillac.

"O nosso processo de avaliação definiu que a presença de uma 11.ª equipa não ia trazer, em si, valor ao campeonato. A melhor forma de uma nova equipa trazer valor seria ser competitiva. Não pensamos que este candidato seja um participante competitivo", escreveu a entidade organizadora do Mundial de F1.

"O nome de Andretti é conhecido dos fãs de F1, mas as nossas pesquisas indicam que seria a F1 a trazer valor à marca Andretti, mais do que o inverso. A entrada de uma 11.ª equipa aumentaria a carga operacional nos promotores das corridas, iria impor a alguns custos importantes e reduzir o espaço técnico, operacional e comercial de outros concorrentes", acrescentou.

A candidatura da escuderia Andretti é encabeçada por Michael Andretti, antigo piloto de F1 e filho de Mario Andretti, campeão do mundo em 1978.

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