O piloto da Honda, que chegava a esta corrida na liderança do campeonato, perdeu algum tempo no primeiro dos dois dias de prova, na sexta-feira, ao parar para ajudar o companheiro de equipa Fábio Magalhães (Honda), a braços com um problema mecânico.

Numa jornada em que a pontuação contava a dobrar, Bianchi Prata admitiu ter optado por “jogar pelo seguro”, mas “andar rápido, sem cometer erros”.

“Sei que o deserto não perdoa. Andei sempre perto do meu adversário. Ele puxou de mais pela mota dele e parou”, contou.

Desta forma, o piloto português terminou a prova na segunda posição, a 38.49 minutos do vencedor, o britânico David McBride (Husqvarna), um resultado suficiente para conquistar o título mundial.

“Vínhamos para o Dubai para ganhar dois campeonatos, mas infelizmente só levamos um para casa, as corridas são mesmo assim e o deserto nunca perdoa. Obrigado a toda a equipa, pilotos e mecânicos por este espírito de equipa tão unido, assim corridas tão duras ficam mais fáceis para todos. É bom sentir o carinho de todos os portugueses que nos escrevem, e mais uma vez provamos que Portugal é muito mais que futebol", disse, no final, Pedro Bianchi Prata, que já foi oito vezes campeão de enduro e todo-o-terreno e cinco vezes campeão da Europa de Bajas.

Fábio Magalhães, que lutava pelo título na categoria de 450cc, sentiu problemas mecânicos, tal como Rui ‘Panda’ (Honda), que abandonou no primeiro dia.

Daniel Jordão (KTM) foi o melhor representante luso, ao ser nono classificado, a 57.55 minutos do vencedor, o austríaco Tobias Ebster (Husqvarna). Bianchi Prata foi 13.º da geral e João Gomes 23.º.

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