A construção do Mosteiro da Batalha é o desafio do jogo de tabuleiro “Moesteiro”, que é lançado no sábado naquele monumento Património Mundial da Unesco e que já está à venda no Japão, Alemanha e países nórdicos, anunciou a editora Pythagoras.

Desenvolvido ao longo de dois anos com a colaboração do diretor do Mosteiro da Batalha, Joaquim Ruivo, “Moesteiro” resulta de “profunda pesquisa sobre a história do monumento e dos elementos arquitetónicos que o compõem”, explicou à agência Lusa o criador, David Santos-Mendes.

“O nosso desafio era criar um jogo que não fosse muito complexo e pudesse ao mesmo tempo ser internacionalizável”, uma vez que a Pythagoras, empresa fundada há dez anos no concelho de Pombal, distrito de Leiria, tem como objetivo associar “a componente lúdica” à divulgação “do património e da história, não só por Portugal, mas também pelos países estrangeiros”.

Isso está garantindo com a colocação de “Moesteiro” nos mercados do Japão, da Alemanha e dos países nórdicos, avançou David Santos-Mendes.

“Já vendemos também a licença para Itália, cuja publicação será no próximo ano, e esperamos nos próximos dias fechar a venda da licença para mais países. É um orgulho enorme podermos divulgar a nossa história e cultura pelo mundo com o nosso trabalho”.

“Moesteiro”, designação em galaico-português recuperada da carta de D. Manuel I onde se decreta a criação da vila da Batalha, em 1500, é “100% inspirado no Mosteiro da Batalha” e pensado para ser jogado por dois a quatro jogadores com mais de dez anos.

“O jogo começa no ano zero da construção do monumento e, durante uma partida, os jogadores são mestres que controlam uma equipa de artesãos que selecionam os melhores recursos naturais existentes do local onde hoje está a vila da Batalha, para transformar e construir o mosteiro da Batalha”, descreveu David Santos-Mendes.

O fundador da Pythagoras considerou que esta nova proposta “é uma viagem pela arquitetura e história de um dos momentos mais belos de Portugal”, através de “uma experiência carregada de interação e tensão para cada decisão que se toma”.

“Moesteiro” é lançado no sábado, no auditório do Mosteiro da Batalha, às 16:00, numa cerimónia onde será apresentado também “Quinto Império II”, reformulação do jogo que, há uma década, marcou estreia da editora Pythagoras.

“Foi o início de tudo. Senti que deveria desenvolver uma nova versão do jogo”, também uma proposta familiar revista segundo “mecânicas modernas extremamente desafiantes”.

“Os jogadores encarnam o papel de comandantes de uma nau” e “vão construindo o seu próprio Portugal, com monumentos nacionais e outros elementos de riqueza da história e cultura portuguesa ao mesmo tempo que aprendem mais sobre a nossa história”.

“É uma obra obrigatória no lar de qualquer português que ama a sua história”, concluiu o criador.

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