As obras de reabilitação da maior infraestrutura desportiva de Angola, o Estádio 11 de Novembro, vão custar aos cofres do Estado Angolano mais de mil milhões de Kwanzas, segundo o Ministério da Juventude e Desportos de Angola.

Ainda sem data para o início, o Estádio 11 de Novembro, construído em 2010, para albergar o Campeonato Africano das Nações (CAN) em futebol, vai sofrer reabilitações profundas, 11 anos depois da sua construção.

Atualmente, o estádio, que custou mais de 227 milhões de dólares, e cuja capacidade é de 50 mil lugares, tem os dois placards eletrónicos e elevadores avariados, fissuras em quase toda a sua volta, por falta de manutenção e conservação, e pode-se ainda observar infiltrações.

O recinto tem ainda uma pista de atletismo danificada, e que nunca serviu a modalidade, desde a sua colocação, em 2010.

Na parte exterior, a maior infraestrutura desportiva de Angola, e que custou aos cofres do estádio angolano 227 milhões de dólares, observa um cenário desolador, circundado por capim, e os acessos principais bloqueados por um estaleiro, inoperante, há mais de cinco anos, apontada como pertença de Isabel dos Santos, filha do antigo presidente de Angola.

Em 2018, cinco pessoas morreram asfixiadas e sete ficaram feridas, quando tentavam encontra saída, após um jogo entre o 1.º de Agosto, de Angola, e o TP Mazembe, do Congo Democrático, para os quartos de final da Liga dos Campeões Africanos.

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