Um passeio tranquilo pela Bulgária. Assim tem sido o jogo do FC Porto diante do CSKA Sófia, tal a superioridade evidenciada pela equipa de André Villas-Boas. O treinador portista não abdicou de prosseguir a sua política de rotatividade e fez quatro alterações – entraram Sapunaru, Maicon, Souza e Rodriguez – no onze, sem que se vislumbrasse qualquer grão na engrenagem portista.

Os dragões entraram melhor na partida, Autoritária, sólida e ofensiva q.b., a equipa azul e branca podia ter chegado à vantagem logo aos cinco minutos, mas Hulk rematou à figura de M’Bolhi – o grande responsável pela curta vantagem do FC Porto na primeira parte.

Sem criar muitas ocasiões, os dragões foram eficazes e inauguraram o marcador aos 16 minutos. Hulk deambula para o meio e assiste Falcao para um desvio subtil e certeiro, numa desmarcação rápida e no limite do fora-de-jogo. Simples e fácil para o colombiano.

O único ‘susto’ causado pelo CSKA na primeira parte foi num cruzamento largo de Helton, que não consegue segurar a bola, mas o árbitro assinala falta sobre o guardião brasileiro. Acto contínuo, o FC Porto continuou a expressar o seu domínio absoluto do encontro. 

Aliás, a vantagem magra podia ter sido dilatada aos 35’, 40’ e 44’, mas Hulk e Falcao permitiram a defesa a M’Bolhi e depois foi a trave a evitar o que seria um excelente golo de Rodriguez, num pontapé a 30 metros da baliza.

A máquina portista mostra-se afinada e não concede veleidades ao CSKA Sófia. Pelo contrário, a pressão alta dos jogadores e a fidelidade às ideias de Villas-Boas traduz-se num passeio com destino à 11ª vitória consecutiva em outros tantos jogos oficiais e que terá de ser confirmada na etapa complementar.

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